sábado, 7 de maio de 2011

Corria forte e fesco, era reconfortante, novo puro, como se nascesse a pouco.
Era limpo, brilhante, como se tocasse um pouco, no que eu era.
Mudou, deixou de correr. Voltou o escuro, o frio, o vazio!
Sentei-me e puxei por ele, mas ele não voltou, nem sempre que queremos ele volta. 
Afinal era só vento!
Mas era um vento diferente, fazia de mim um rapaz sorridente, alegre vivo!
Era um vento que trazia esperança,
Afinal, era um sonho de mudança!

JP

Em muitos que pouco têm
Há outros que muito é pouco

Existem alguns
Que o que têm
É aquilo que é do outro!

Dar é receber ao mesmo tempo.
Encontrar nos que não têm nada
O poder de nos dar tudo!

Dar um brinquedo a uma criança
Vale muito menos do que brincar com ela!

No muito que dão
Maior é o que recebem,
Em que na sua maior parte,
É AMOR.